NOVIDADES!

Acabei de chegar de São José do Rio Preto. Ontem ( seis de setembro) fiz uma participação especial no show da Wanderléa. Cantei, com ela,”Epitáfio e “Eu sou terrível”, e sozinho “Enquanto houver sol” e “Aluga-se”. Foi demais!! Um grande encontro, para mim , uma honra. Fora a música: altas histórias - Raul Seixas, Tom & Elis, Roberto & Erasmo…….Enfim, depois conto com mais detalhes.
Quarta-feira passada, filmei o clip de Raquel (D.D.D) - das 4:00 hs AM às 11:30 hs PM. Ficou muuuito boom!! Só para terem uma idéia, eu - além de cantar e tocar violão ( como seria óbvio ) - sou também protagonista de um seqüestro! A vítima é nada mais nada menos que Mel Lisboa. Até hoje pouco arrisquei qualquer coisa que lembre, mesmo que de leve, o trabalho de ator. Desta vez por insistência do Alex Miranda ( que dirigiu brilhantemente este trabalho) resolvi encarar o desafio. Acho que, graças aos toques da Mel e do Alex, consegui não “pagar mico”…..Mas já vou logo avisando! - Não esperem grandes coisas de mim neste quesito. …….Definitivamente não nasci para isso. Além do clip “oficial” o Alex vai fazer mais uma versão alternativa e um making of. Eis aí uma foto minha com a Mel no dia da filmagem. Da próxima vez vou postar mais imagens, tanto do clip quanto do show, OK?
Outra informação: quem fez o press release do " Eu sou 300" foi o Zeca Baleiro. Quando chegar a hora vou colocar aqui também.
Como devem ter notado não tenho conseguido responder aos comentários de vocês: muito trabalho! Quando der uma diminuida no ritmo volto a responder.
Abs.
Escrito por Sérgio Britto às 12h46
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Eis aí um trecho do texto que fiz, há um tempo atrás, para o “bandas de garagem”. De lambuja, uma foto dos TITÃS da época de “Televisão”. Acrescentei também um parágrafo a mais - meio “esotérico” - ao texto original. Espero que gostem!
Vamos a isso -
Não sei se o que vou dizer aqui vai a ser realmente útil para alguém (não sou muito bom dando conselhos), há algumas coisas, no entanto, que a meu ver, são pré-requisitos básicos para que uma banda funcione bem….
1. Fazer sempre o som que se gosta e, de preferência, com gente com quem se tenha um mínimo de afinidade pessoal. A espera para conseguir uma chance pode durar pra sempre, por isso, é melhor fazer com que ela seja “a viagem” em si.
2. Escrever pelo menos algumas canções em português. É aqui que a gente vive, não é mesmo?
3. Cavar som próprio: personalidade é fundamental para que uma banda aconteça e dure.
4. Não desistir nunca! Às vezes a persistência premía gente que nem tem tanto talento assim. É preciso saber insistir sempre!
5. Não exitem regras fixas. Tudo o que eu disse é relativo - por exemplo: é lógico que é sempre bom escrever canções em português (dificilmente alguém vai me convencer do contrário), mas Sepultura e Cansei de ser sexy “deram certo” trabalhando com repertório em inglês.
O melhor exemplo que posso dar, de tudo o que falei, são os próprios TITÃS: quem diria que uma banda com oito caras estranhos, fazendo um som extremamente eclético, que mal sabiam tocar seus intrumentos, iriam conseguir tudo o que conseguimos?
Pois é : se funcionou com a gente pode funcionar para qualquer um. É preciso ter sempre coragem artística e paixão pelo que se faz.
Às vezes sou levado a pensar que a razão de todo começo (ou recomeço) ser tão difícil é por que - antes de mais nada - há de se pagar o devido tributo aos deuses da música, à musa inspiradora, aos domínios da arte. A prática, aqui, costuma comprovar a teoria…. É como se, sem que nada seja dito, participassemos de um ritual de iniciação: é preciso entrega total para vencer essa etapa e, às vezes, (sem a proteção do acaso) nada é suficiente. Não espere perfeição! Não espere gratidão! A única recompensa que cabe aqui, é a da realização artística em si, e isso sim é realmente difícil.
Escrito por Sérgio Britto às 11h04
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